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Alterações seminais
As alterações seminais são detectadas através do exame chamado de Espermograma. Nesse exame verificamos o volume da ejaculação e suas características físico-químicas (cor, viscosidade, pH, aspecto). Microscopicamente analisa-se a quantidade de espermatozóides presentes na amostra assim como a qualidade em relação a movimentação (motilidade), morfologia e vitalidade dos mesmos.
As alterações encontradas neste exame são fundamentais para direcionar o tipo de tratamento para um casal que não consegue ter filhos. Existe mais de sessenta causas para relacionadas à alteração seminal, a mais comum é a Varicocele (veias dilatadas na bolsa escrotal) que promove alterações que danificam a produção de espermatozóides.
De modo geral, as alterações se caracterizam pela ausência total de espermatozóides (azoospermia) no ejaculado ou uma baixa quantidade (oligospermia), ainda alterações na morfologia dos espermatozóides (teratospermia) e também alterações na motilidade (astenospermia).
Há casos em que o paciente apresenta boa quantidade de espermatozóides, porém com baixa motilidade, dessa forma os espermatozóides não conseguem chegar até o óvulo naturalmente.
Os parâmetros normais de um Espermograma são:
| Volume | ![]() | 1,5 ml |
| Concentração | ![]() | 15 milhões de espermatozóides por mililitro de ejaculado. |
| Motilidade | ![]() | 32% de graus A+B 40% de graus A+B+C |
| Vitalidade | ![]() | 58% de vivos |
| Morfologia | ![]() | 4% por Kruger |




