Por que armazenar?
  1. Desde 1988, já foram realizados 14.000 transplantes de sangue de cordão umbilical, tratando mais de 40 doenças (Ver lista de doenças já tratadas).
  2. Vários tecidos já foram obtidos através da cultura programada de Células-Tronco, tais como: hepático, cardíaco, neuronal, ósseo e muscular. Com isso, o Sangue de Cordão Umbilical poderá vir a ser a fonte inesgotável de recursos biológicos na área de engenharia de tecidos.(Ver protocolos clínicos atuais).
  3. É a única garantia de compatibilidade completa com o seu filho.
  4. O sangue de cordão umbilical criopreservado fica protegido dos efeitos ambientais nocivos.
  5. As células do cordão umbilical são jovens e biologicamente tolerantes, isso leva a diminuição dos efeitos colaterais e o aumento da possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis.
  6. A coleta não oferece risco ao bebê e a mãe.
  7. O custo do transplante utilizando sangue de cordão umbilical é sensivelmente inferior ao processo que engloba o tratamento e a procura de um doador compatível.
  8. Enquanto o câncer na fase pediátrica raramente utiliza transplante autólogo, entre pacientes adultos esse tipo de transplante é muito mais comum. Portanto, a utilização do sangue de cordão umbilical para o próprio indivíduo ficará cada vez mais comum conforme as crianças desta geração tornam-se adultas. (National Cancer Institute).
  9. Avanços na área genética permitirão ampliar o uso do sangue de cordão umbilical para doenças de origem genética.
  10. A expansão celular, prevista para os próximos 5 anos, permitirá o tratamento em pacientes com peso superior a 40 kg.
  11. Para pacientes com doenças imunológicas e oncológicas em tratamento que podem ser beneficiados com transplante usando o próprio sangue de cordão umbilical.
  12. Minorias étnicas apresentam mais dificuldade de encontrar um doador compatível.
Doenças tratadas com Sangue de Cordão Umbilical

Inicialmente, é imprescindível definir algumas nomenclaturas científicas comumente utilizadas na área de transplante:

1. Transplante Autólogo: A falta de doadores compatíveis levou ao desenvolvimento de técnicas onde a própria célula-tronco do paciente é usado no seu tratamento. A célula-tronco é coletado dentro de uma fase onde o paciente não apresenta doença clínica, é congelado e re-infundido após tratamento com altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia. Habitualmente, as células do próprio paciente (autólogas) apresentam melhor resultado do transplante por apresentar compatibilidade idêntica e, portanto, ausência de rejeição imunológica. Entretanto, há um risco das células conter um resquício de células tumorais viáveis levando a recaída da doença prévia. Não é indicado em doenças genéticas.

2. Transplante Singênico: É o uso da célula-tronco de um irmão gêmeo idêntico ao paciente. Como o transplante autólogo, esse procedimento não apresenta impedimento imunológico ao transplante e não é indicado em doenças genéticas.

3. Transplante Alogênico: É o uso da célula-tronco de uma pessoa com composição genética diferente do paciente, podendo ser de origem familiar (principalmente irmão) ou não (geralmente banco público).O grande problema deste tipo de transplante são as diferenças de compatibilidade que existe entre o doador e o receptor, mesmo sendo tecnicamente compatíveis. Desta forma, o sistema imunológico do paciente pode rejeitar as células do doador ou, alternativamente, as células do doador destruir progressivamente os tecidos do receptor. Esta última reação é conhecida como doença do enxerto contra o hospedeiro.
De uma forma geral, estas respostas imunológicas resultam em grave efeito colateral.
Entretanto, em algumas doenças, um aspecto muito positivo é verificado. Isso ocorre quando a doença do enxerto contra o hospedeiro ataca as células tumorais viáveis ainda remanescente após intensa quimioterapia e/ou radioterapia. É indicado em doenças genéticas.
  
  
Conheça as principais doenças já tratadas com sangue de cordão umbilical:

(Obs:. Aqui estão listadas os transplantes alogênicos, de fonte familiar ou não, exclusivos de sangue de cordão umbilical).

Categoria Geral

Doença

Neoplásica (tumoral maligna)

Leucemia linfoblástica aguda

 

Leucemia mielóide aguda

 

Linfoma de Burkitt

 

Leucemia mielóide crônica

 

Leucemia mielóide crônica juvenil

 

Leucemia mielomonocítica juvenil

 

Lipossarcoma

 

Síndrome mielodisplásica

(leucemia mielomonocítica crônica)

(Anemia refratária copm excesso de blastos)

 

Neuroblastoma

 

Linfoma não-Hodgkin

 

Doença de Hodgkin

 

Retinoblastoma

Síndrome de falência medular

Anemia Aplásica

 

Anemia de Blackfan-Diamond

 

Disqueratose congênita

 

Anemia de Fanconi

 

Trombocitopenia amegacariocítica

 

Síndrome de Kostmann

Hemoglobinopatias

Doenças do Metabolismo

Anemia falciforme

 

Talassemia beta

 

Adrenoleucodistrofia

 

Lipofuscinose

 

Doença de Gunther

 

Doença de Hunter

 

Síndrome de Hurler

 

Doença de Lesch-Nyhan

 

Síndrome Maroteaux-Lamy

Imunodeficiência

Doença Granulomatosa crônica

 

Síndrome de Omenn

 

Severa combinada

 

Disgenesia reticular

 

Displasia tímica

 

Síndrome de Wiscott-Aldrich

 

Doença linfroproliferativa ligado ao X

 

Deficiência de adesão leucocitária

Outras

Síndrome de Evans

 

Histiocitose de células de Langerhans

 

Osteopetrose

  
  
Referência

1. Broxmeier HE, ed. Cord Blood: Biology, Immunology, Banking and Clinical Transplantation. Bethesda, MD: American Association of Blood Banks, 2004. (Livro essencial para a compreensão de todos pontos do sangue de cordão umbilical, foi publicado pela poderosa associação norte-americana de bancos de sangue/AABB e coordenado pelo Prof Dr Hal E Broxmeier, cientista que participou do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical junto com a Prof Dra E Gluckman)

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução RDC número 153, de 14 de junho de 2004. In: Saúde Md, editor. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Diário Oficial da União; 24 jun. 2004.

3. Ofício 1096/2008/GPROP/ANVISA sobre adequações em contrato de estocagem do sangue de cordão umbilical e material publicitário do BSCUPA Criogênesis, que determina: “ao informar ou listar doenças, que já forma tratadas a partir da utilização terapêutica das célula-tronco hematopoéticas, bem como indicar estatísticas de utilização destas células em transplantes, solicitamos que seja esclarecido ao consumidor a fonte das células-tronco utilizadas para o tratamento das respectivas doenças – se provenientes do sangue de cordão umbilical, de medula-óssea ou do sangue periférico, e se autólogas ou alogênicas.”

Conheça algumas crianças que já utilizaram o próprio sangue de cordão umbilical

(Aqui foram colocados exclusivamente os transplantes autólogos)

N.

Data

Indicação

Banco

Hospital

Referência

1

1998

Neuroblastoma

Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, Brasil

Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, Brasil

Ferreira e cols 1999

2

02/04/2001

Anemia Aplásica

Viacord, EUA

Mount Sinai Medical Center, Nova Iorque, EUA

Fruchtman e cols, 2001

Fruchtman e cols 2004

Thornley e cols

2004

Falcon, Krauss, Gunter 2006

3

13/04/2001

Retinoblastoma

Mount Sinai Hospital, Canadá

Hospital for Sick Children, Canadá

Thornley e cols 2004

4

11/12/2001

Neuroblastoma

Viacord, EUA

The Children’s Hospital, EUA

Thornley e cols 2004

Falcon, Grauss, Gunter 2006

5

04/02/2002

Anemia Aplástica

CBR, EUA

University of Minnesota, EUA

Harris, Mapother, Brown 2003

Hough e cols 2003

Thornley e cols 2004

6

Agosto de 2002

Anemia Aplástica

Cryo-Cell, EUA

Cedars-Sinai Medical Center, EUA

Cryo-Cell

7

Maio 2003

Shwachman-Diamond

California Cryobank, EUA

Children’s Hospital, Denver, EUA

Thornley e cols 2004

8

Abril de 2004

Meduloblastoma

Eurocord – Slovak Republic

University Children’s Hospital, Slovakia

Eurocord-Slovakia

9

02/08/2004

Leucemia Linfocítica Aguda

CorCell, EUA

Advocate Hope Children’s Hospital, Oakland, EUA

Hayani e cols 2007

VITA 34

10

02/09/2004

Anemia Aplástica

CBR, EUA

Children’s Hospital, Seattle, EUA

Thornley e cols 2004

11

15/02/2005

Injúria Cerebral por Hipóxia

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

12

12/04/2005

Injúria Cerebral Traumática

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

13

Agosto de 2005

Diabetes tipo I

Cryo-Cell

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

Cryo-Cell

14

Agosto de 2005

Injúria Cerebral por Anóxia/ Doença de Angelman

Cryo-Cell,EUA

Duke University, Durham, EUA

Cryo-Cell

15

11/10/2005

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

16

Dezembro de 2005

Injúria Cerebral por Hipóxia

Vita 34, Alemanha

University of Hamburg, Alemanha

VITA 34

17

Janeiro de 2006

Diabetes tipo I

Family Cord Blood Services, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

Family Cord Blood Services

18

Janeiro de 2006

Neuroblastoma

Cryo-Cell, EUA

Vanderbilt University Medical Center, Nashville, EUA

Cryocell

19

13/02/2006

Anemia Aplástica

CBR,EUA

City of Hope, Duarte, EUA

CBR

20

21/03/2006

Tumor Embrionário Supratentorial

Insception Biosciences, Canadá

Hospital for Sick Children, Toronto, Canada

Insception Biosciences

21

24/03/2006

Diabetes tipo I

Elie Katz Umbilical Cord Blood Bank, EUA

Shands Hospital University of Florida, Gainesville, EUA

Elie Katz Umbilical Cord Blood Bank

22

Abril 2006

Paralisia Cerebral

Cryo-Cell, EUA

Duke University, Durham, EUA

Cryo-Cell

23

Maio 2006

Diabetes tipo I

Cryo-Cell, EUA

Shands Hospital University of Florida, Gainesville, EUA

Cryo-Cell

24

31/07/2006

Anemia Aplástica

CBR, EUA

City of Hope, Duarte, EUA

CBR

25

19/09/2006

Anemia Aplástica

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

26

Setembro de 2006

Paralisia Cerebral

Cryo-Cell, EUA

Duke University

Cryo-Cell

27

09/01/2007

Paralisia Cerebral

Insception Biosciences, Canada

Duke University, Durham, EUA

Insception Biosciences

28

09/01/2007

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

29

Janeiro de 2007

Injúria Cerebral Isquêmica

Cryo-Cell

Duke University, Durham, EUA

CBR

30

22/02/2007

Diabetes tipo I

Insception Biosciences, Canadá

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

Insception Biosciences

31

01/03/2007

Diabetes tipo I

CBR, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

CBR

32

20/03/2007

Disgenesia do Corpo Caloso (SNC)

Viacord, EUA

Duke University, Durham, EUA

Viacord

33

23/03/2007

Diabetes tipo I

Viacord, EUA

Miami Children’s Hospital, Miami, EUA

Viacord

34

29/03/2007

Câncer Cerebral

Viacord, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

Viacord

35

Março 2007

Sépsis após Transplante Fígado

Cryo-Cell, EUA

Medical College of Virginia, Richmond, EUA

Cryo-Cell

36

03/04/2007

Paralisia Cerebral

Insception Biosciences, Canadá

Duke University, Durham, Eua

Insception Biosciences

37

30/04/2007

Doença Imunológica Rara

CBR/EUA

Children’s Memorial Hospital, Chicago, EUA

CBR

38

15/05/2007

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

39

17/05/2007

Diabetes tipo I

CBR, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

CBR

40

11/06/2007

Diabetes tipo I

CorCell, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

CorCell

41

20/07/2007

Diabetes tipo I

CBR, EUA

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

CBR

42

24/07/2007

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

43

28/08/2007

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

44

07/09/2007

Kernicterus

CorCell, EUA

University of Minnesota, Minneapolis, EUA

CorCell

45

Setembro de 2007

Neuroblastoma

CordBank, New Zealand

Starship Children’s Hospital, Auckland, Nova Zelândia

CordBank

46

Paralisia Cerebral

THAI StemLife, Thailand

THAI StemLife, Thailand

Samitivej Srinakarin Children’s Hospital, Bangkok, Thailand

THAI Stem Life

47

23/10/2007

Paralisis Cerebral

CBR, EUA

EUA

CBR

48

23/10/2007

Paralisis Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

49

04/12/2007

Paralisis Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

50

10/12/2007

Neuroblastoma

Progenics Cord Blood Cryobank, Canada

Queen Mary Hospital, Hong Kong

Progenics

51

15/01/2008

Paralisisa Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

52

22/01/2008

Paralisisa Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

53

08/02/2008

Diabetes tipo I

CBR, EUA

Shands Hospital University of Florida, Gainesville, EUA

CBR

54

13/02/2008

Retinoblastoma

Insception Biosciences, Canadá

Hospital for Sick Children, Toronto, EUA

Insception Biosciences

55

26/02/2008

Injúria Cerebral Inespecífica

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

56

18/03/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

57

25/03/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

58

08/04/2008

Encefalite

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

59

15/04/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

60

06/05/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

61

23/05/2008

Diabetes tipo I

CBR, EUA

Shands Hospital University of Florida, Gainesville, EUA

CBR

62

27/05/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

63

27/05/2008

Paralisia Cerebral

CBR, EUA

Duke University, Durham, EUA

CBR

 

Pendente

Diabetes tipo I

Insception Biosciences, Canadá

Shands Hospital, University of Florida, Gainesville, EUA

Insception Biosciences

 

Agosto/2008

Injúria Cerebral por Hipóxia

CordBank, Nova Zelândia

Duke University, Durham, EUA

CordBank

  
  
Fonte: Tabela feita elegantemente por Frances Verter PhD, publicada originalmente no site www.parentsguidecordblood.com(direitos reservados à autora). Tradução é de responsabilidade do Dr Nelson Hidekazu Tatsui, Diretor-Técnico da Criogênesis Banco de Cordão Umbilical.
  
Referência

1. Broxmeier HE, ed. Cord Blood: Biology, Immunology, Banking and Clinical Transplantation. Bethesda, MD: American Association of Blood Banks, 2004. (Livro essencial para a compreensão biológica do sangue de cordão umbilical, foi publicado pela poderosa associação norte-americana de bancos de sangue/AABB e coordenado pelo Prof Dr Hal Broxmeier, cientista que participou do primeiro transplante de sangue de cordão umbilical junto com a Prof Dra Eliane Gluckman)

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Resolução RDC número 153, de 14 de junho de 2004. In: Saúde Md, editor. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Diário Oficial da União; 24 jun. 2004.

3. Verter F, ed. Children Who Used Their Own Cord Blood. Disponível em : www.parentsguidecordblood. Acessado em 17/10/2008.

4. Ofício 1096/2008/GPROP/ANVISA sobre adequações em contrato de estocagem do sangue de cordão umbilical e material publicitário do BSCUPA Criogênesis, que determina: “ao informar ou listar doenças, que já foram tratadas a partir da utilização terapêutica das célula-tronco hematopoéticas, bem como indicar estatísticas de utilização destas células em transplantes, solicitamos que seja esclarecido ao consumidor a fonte das células-tronco utilizadas para o tratamento das respectivas doenças – se provenientes do sangue de cordão umbilical, de medula-óssea ou do sangue periférico, e se autólogas ou alogênicas.”


O uso clínico do Sangue de Cordão Umbilical em famílias sem risco definido é muito baixo. Embora a ciência demonstre um aumento na utilização clínica da Célula-Tronco do Sangue de Cordão Umbilical, grande parte ainda está na fase experimental e não deve ser especulado como tratamento disponível atualmente. Além disso, não podemos garantir o uso da Célula-Tronco Autóloga (do próprio paciente) em todas as doenças genéticas. Reiteramos nosso compromisso com a Ética e a Saúde Pública por meio da divulgação do Banco de Sangue de Cordão Umbilical Público e de informações cristalinas e precisas sobre o objetivo do Banco Privado.
 
 

Criogênesis Família

 

A chegada de uma nova vida é motivo de muita alegria e reflexão.

Entre muitas decisões a serem tomadas, a coleta do sangue de cordão umbilical merece especial atenção. Nossa equipe está disponível para esclarecer todas as questões de coleta e sobre nossa atividade 24 horas por dia, 7 dias por semana.

 
O que são células-tronco?
Por que armazenar?

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